
À meia luz... o divã... a terra preparada para a chegada das sementes. Há de ser uma “semeadura” produtiva, haja visto que o mestre da jardinagem usará de certas “poções mágicas”, a fim de obter bons resultados na colheita.
Como num útero, as sementes aninham-se, abrigando-se no calor da luz que vem de um abajur colocado no céu sintético de um gramado aveludado. Depois de algum tempo, vê-se que o jardim, está repleto das cores de todas as flores que foi capaz de produzir, com suas próprias forças e sua própria vontade.
Então, o jardineiro irá sorrir, em meio a toda alegria de sua alma, e entenderá que seu trabalho resultou em flores e frutos, folhas e caules, espinhos e seiva, criando raízes. Que de tempos em tempos, com seus instrumentos, por vezes cortantes, revolverá a terra para que continue sua trajetória produzindo sempre. E dessas raízes brotará sempre a vida, com alegrias e tristezas, prazer e lágrimas, desejos e frustrações, esperanças e ilusões, medos e angústias, fantasias e sonhos...
Ingredientes necessários para uma germinação limpa. Livre de pragas e ervas daninhas.
Podem acreditar, veremos sempre, através da janela da alma, o jardim do analista florescer... amalgamando a vida, colorida e perfumada. Presenteando de alguma forma, a arte, por vezes lúdica, que nos faz brincar de gente grande, aprendendo o sentido de nossa história, de todas as histórias, que brotam e crescem nos campos da existência.
Por Lu Cavichioli



Cheguei a ver flores brotando de todos os corações...Afinal, não é vedade que somos pétalas abertas ao Sol?
ResponderExcluirBeijos, Lu querida!!
Madá
Ah, me esqueci de lhe dizer que estou levando seu liiiindo selinho para meu blog (que lindo _ sapatinhos mágicos) Beijos.
ResponderExcluirBeijos para quem anda muiiito longe de mim.
ResponderExcluirFlores, campos floridos, sol, um encontro de natureza!!!
ResponderExcluirLindo minha querida Lu!!
Beijos