SEIVA
Sou
mulher no entalhe das linhas
Exótica obra de arte em sândalo
Feito caule que sangra
Espinho & roseiral
Escrevo dor e cicatriz – saliva mel
Alma de pétala na guerreira ebúrnea
Na passarela - harmonia
Orvalho na sinfonia das noites
Exótica obra de arte em sândalo
Feito caule que sangra
Espinho & roseiral
Escrevo dor e cicatriz – saliva mel
Alma de pétala na guerreira ebúrnea
Na passarela - harmonia
Orvalho na sinfonia das noites
Íris e
Manhãs
Depois das rimas perdidas e dos versos turvos
Veio o sol da sinceridade permeando a chuva
Desconfiança nublada e vertigem rasgada
Finalmente descobrimos o toque da íris
No pote mágico – estabelecido laço
Selo real
Veio o sol da sinceridade permeando a chuva
Desconfiança nublada e vertigem rasgada
Finalmente descobrimos o toque da íris
No pote mágico – estabelecido laço
Selo real
Quasares
– Quase Estelares
Unificados em todo seu esplendor vejo espaço inócuo
Na tempestade do tempo que olha os versos e uni(versos) –
Explosões de eras, faces & épocas.
Na tempestade do tempo que olha os versos e uni(versos) –
Explosões de eras, faces & épocas.
Meridianos – princípios em reinados esféricos
Paralelos boreais que levantam a bandeira universal
Dos mundos, de todos os mundos.
Das tempestades que calam os conselheiros alienígenas
De crateras e buracos negros
O que há depois do sol?
Mundos em paralelos, esferas congeladas e desabrigadas.
Empobrecidas de vidas/feridas
Humanas concentrações
Esquinas fantasmagóricas que planejam
Furtar oxigênio e chuva
Amantes amadores, livres exploradores de submundos
Que não enxergam a beleza (outrora) helênica. Nem andam livres através do mel dos campos.
Sátiros, enganadores de flores
Mutiladores de relvas
Assassinos de almas salgadas
(apelos revoltos – revoltam de pólo a pólo)
Ditadores do panorama falido, escorrido
Frasco trincado, escorregadio e frenético. Viajores da própria história, da sorte, (talvez) esquecida desde as cavernas, hostis labirintos, efêmeras lanças da sobrevivência em farpas, fatias e nacos sangrentos.
Do elenco paleozóico ouço teus gritos que redundantes abafam os quesitos do ser. Aqueles, inexatos, incertos, equivocados e prolixos.
Vermes. Insetos impuros no discurso obscuro e original da vida. Estatura oblíqua, sem desejos
Grito abafado no eco da razão
Ilusório palco onde Perséfone agoniza
Estátua – selva nua
Perpétua na escalada infinita
Desnudo-me e mudo fico
amorfo na agorafobia galáctica.
protegidos por direitos autorais
ÓtimoOOOO Domingo!!!







Olá, Lu. Lindo demais... difícil comentar poemas assim, cujas ideias são tão completas. Muito bom. Respeito.
ResponderExcluirOlá, Lu. Belissimo!! È perfeito querida poetiza, essa bela essência que é vc. Elegante, feminina e linda. Adorei! Bjos e boa semana.
ResponderExcluirNossa, vou fazer como uma antiga secretária e dizer: quando crescer quero ser assim, talentosa. Muito lindos!!! Bjs.
ResponderExcluirA sofisticação essencial da simplicidade. O sândalo que perfuma o machado. A Vida, o Tempo, o Espaço. O poema...
ResponderExcluirRosas e beijos, Lu.
oi Lu.. aqui neste poema tá bem especificado teu gosto pela via lacte rsrss
ResponderExcluirOlavo Bilac.. te deu um belo impulso.. muito belo.. não sabia que este era teu blog só com a poesia.. já estou seguindo ele.. obrigada por tudo e espero que tenha chegado o audio para postares. até sempre bjs amiga querida
ResponderExcluirOlá LU,
Calo-me diante do seu lirismo e talento.
Resta-me apreciar e degustar.
Beijo.
Boa noite, Lu. Lindos poemas, cada qual com uma diferença bem peculiar.
ResponderExcluirEspero que depois dos versos turvos, a sinceridade venha feliz, que traga versos de amor, que traga a paz e o consolo para um pobre poeta!
Beijos na alma e paz!
Excelente domingo!
São lindos pra qualquer dia! Beleza! beijos,tudo de bom,chica
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